Feeds:
Posts
Comentários

Durante a programação do ‘13º Mundo de Mulheres e 11º Fazendo Gênero’ (Agosto, Florianópolis), um dos mais prestigiados eventos no âmbito nacional e internacional, aconteceu a oficina de trabalho ‘Jogo Violetas: cinema & ação no enfrentamento da violência contra a mulher’, proposta pelo grupo de pesquisa ‘Gênero, saúde e enfermagem’, da Escola de Enfermagem da USP, parceira do Recriar-se/Nesprom. Com muita alegria pela descoberta do Violetas, os grupos disputaram entre si quem venceria a violência mais rápido, no tabuleiro, valendo um jogo para sorteio.

ENTUSIASMOS DURANTE AS DISPUTAS ENTRE OS GRUPOS: VAMOS VENCER !

 

 

Este slideshow necessita de JavaScript.

VIOLETAS NA JANELA…

Foi então que o sol, convidado a iluminar o local, escolheu o tom VIOLETAS !

 

 

EMOÇÃO NO SORTEIO DO JOGO ENTRE AS INTEGRANTES QUE VENCERAM MAIS RÁPIDO A VIOLÊNCIA ! 

 

Este slideshow necessita de JavaScript.

NOVAS PARCERIAS E OUTROS PROJETOS VIOLETAS

A oficina do Violetas durante o fazendo gênero celebrou igualmente os desdobramentos, os projetos e as parcerias surgidas a partir da criação do Violetas. Investigações de pós-graduações e de iniciação científicas sobre a implantação do jogo, realizadas tanto pela USP quanto pela UnB, fortalecem  as investigações colaborativas sobre as questões de gênero na saúde.

Por seu turno, o projeto do novo jogo de cartas do Recriar-se, o VIDAS VIOLETAS, inaugura novas parcerias, seja no âmbito nacional, por meio do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre as Mulheres (Nepem/Ceam/UnB) ou internacional, com a participação do ISCTE/IUL (Instituto Universitário de Lisboa). Nossos sinceros agradecimentos à equipe Violetas presente na oficina !

Equipe Vidas Violetas

Mara Clemente (ISCTE/IUL), Maria Raquel Pires (UnB), Rafaela Grasnner (EEUSP), Daniela (EEUSP) e Lucimara Fabiana Fornari (EEUSP): Parcerias para vencer a Violencia !

O Vidas Violetas foi recentemente contemplado com auxílio financeiro pelo edital 03/2017, da Fap-DF, em breve teremos mais novidades em jogos no combate da violência de gênero. Aguardem !

O grupo de estudantes do Centro Acadêmico de odontologia foi um dos mais animados durante as partidas da coleta de dados do PIBIC de Juliana Santos, da UnB

Outro projeto de iniciação científica da UnB (PIBIC) utilizou o Jogo Violetas como ambientação para as questões investigativas. Dessa vez, Juliana Santos Silva, estudante de enfermagem da UnB, percorreu os Centros Acadêmicos (CA) dos cursos de graduação da Faculdade de Ciências da Saúde (odontologia, enfermagem, nutrição e farmácia) para saber quais os fatores que melhor contribuem ao envolvimento das/os jogadores na partida. Ou seja, que características influenciam nas vibrações e nas emoções das/os participantes durante o jogo ? O  curso, as experiencias anteriores, o grau de integração do grupo, a afinidade por jogos ou outros ? No geral, Juliana observou que o que menos importa é a escolha do curso da área da saúde, como seria possível supor.

Agradecemos enormemente pela disponibilidade, motivação e envolvimento das/os 26 estudantes que participaram da pesquisa ! Confiram as fotos:

Como ocorrem as construções discursivas nas partidas do jogo Violetas ? Esta é a pergunta que Ingrid Ramalho, recém graduada em letras pela UnB, investiga para conclusão do seu PIBIC (Programa de Iniciação Científica). Nos últimos dias, as personagens do violetas da ‘vida real’ participaram das partidas previstas na coleta de dados da pesquisa de Ingrid. Jogaram Violetas  as militantes do coletivo de mulheres ‘Nós-por-nós‘,   as educadoras de escolas públicas e privadas, as enfermeiras, as assistentes sociais, as/os advogados e as/os estagiários de psicologia das políticas públicas para as mulheres de Cidade Ocidental, no DF.

As reflexões produzidas pelo Violetas suscitaram, inclusive, relatos pessoais, transbordando em narrativas e experiências afetivas. Agradecemos a todas e a todos pela disponibilidade, pelo interesse e pela motivação durante as partidas !

Ponto para vocês, para nós, para o Violetas ! Confiram as fotos !

Este slideshow necessita de JavaScript.

Entre 30/07 à 04/08 de 2017 estaremos no evento ’13º Mundos de Mulheres e Fazendo Gênero 11′, em Florianópolis, com as seguintes atividades:

Para nós, é uma honra e uma grande oportunidade fazer parte deste prestigiado movimento acadêmico e social. Em breve, mais destaques sobre o assunto !

Juntas/os no combate da violência

Partida de Banfisa integra as aulas dos graduandos de enfermagem da Unicamp

Descontração na aprendizagem sobre o SUS, com o Banfisa

As/os estudantes da Unicamp aprendem sobre a gestão e o financiamento do SUS jogando Banfisa, numa das disciplinas do currículo ministrada pela Profa. Dra. Dalvani Marques, do curso de graduação em enfermagem.

O jogo Banfisa – Banco Fim-Saúde, um dos produto da linha Recriar-se, lançado em 2012, aborda de forma dinâmica e interativa os desafios da montagem e manutenção das redes de atenção à saúde no SUS. Ao lado (IN)DICA-SUS, estas tecnologias lúdico-educativas estão espalhadas por todo o Brasil, no auxílio às diversas instituições públicas, não-governamentais e privadas nas discussões educativas sobre a nossa política de saúde.

Joguemos Banfisa em defesa do SUS !

Conheça mais sobre a linha de jogos Recriar-se, aqui

O software GESCAD (Gestão do Cuidado na Rede de Atenção Domiciliar), versão 2.0,  é um Registro Eletrônico de Saúde (RES) desenvolvido pelo grupo de pesquisa Recriar-se/GEPS/Nesprom que permite às/aos profissionais, às/aos docentes e às/aos estudantes da saúde realizarem a atenção domiciliar integral ao paciente, sua família e ao cuidador. Esta tecnologia pode ser utilizada tanto na assistência no âmbito do SUS, quanto nas atividades de ensino, de pesquisa e de extensão, na formação das/os profissionais de saúde.

Este Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), totalmente on line, conta com três dimensões para ampliar a abordagem do cuidado, na perspectiva integral das Redes de Atenção Domiciliar (RAD), quais sejam: a-contexto sócio-familiar e abordagem ao cuidador; b-a anamnese e a clínica da/o paciente; c-Atividades da Vida Diária (AVD). O PEP Gescad possibilita a classificação das/os pacientes por tipo de AD (1, 2 ou 3)/SUS, o registro e histórico das evoluções, o agendamento de visitas e o gerenciamento dos fatores de risco pelas Equipes de AD, nos diversos níveis de atenção. A ferramenta possibilita ainda migrar pacientes entre equipes, com geração de relatórios.

Esta tecnologia, cuja versão 2.0 totalmente amigável e intuitiva foi financiada pelo edital PPSUS/Fap-DF, encontra-se em fase de testes finais de usabilidade com os usuários da aplicação (profissionais de saúde, docentes e estudantes), para que possa ser disponibilizado às equipes de AD  em todo o Brasil.  Em breve, mais informações sobre o Gescad 2.0 !

Para acessar o sistema, clique aqui ou na aba ‘GESCAD 2.0‘, acima.

Para saber mais sobre o GESCAD, acesse o artigo publicado, aqui

Durante todos os dias e horas do ano, e não apenas no dia ou mês de março, dedicados à mulher, lutemos por mais ‘Violetas’, sejam elas pessoas, flores, cores ou jogo de tabuleiro. Uma homenagem do núcleo de pesquisa Recriar-se/Nesprom pelo 8 de março ! Acompanhe alguns momentos ‘Violetas’ em 2016 e 2017 !