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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

20 e 21 de março, Fiocruz, Brasília

Acontecerá na Fiocruz, em Brasília, o I Congresso Internacional sobre Gestão Pública e Saúde, I CIGEPS, uma realização do NESPROM e da Revista Gestão & Saúde, da Universidade de Brasília. O propósito é ampliar o diálogo temático entre as áreas de produção científica da gestão e da saúde, no âmbito da formulação e implantação de políticas públicas de saúde. Participe, divulgue e acesse o site oficial do evento, aqui.

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As primeiras publicações sobre a concepção teórica do jogo Violetas: cinema&ação no enfrentamento da violência contra a mulher já estão disponíveis ! Acesse a nossa área de produções científicas, na aba acima e aqui, para ter acesso aos três artigos científicos até agora produzidos.

O Violetas ambienta de forma lúdica as reflexões sobre a violência contra a mulher a partir de quatro concepções teóricas que originaram o jogo: subjetividade, gênero, poder e cidadania. O mais recente artigo foi publicado recentemente nos anais eletrônicos do 11 Seminário Internacional do Fazendo Gênero, em que abordamos o conceito de subjetividade, de Judith Butler, a partir do qual analisamos os agenciamentos de gênero e cidadania produzidos nas/os jogadoras/es, durante as partidas.

Estamos em fase de finalização para o envio das demais produções do Violetas aos periódicos científicos, referente à avaliação da jogabilidade e a validação da ludicidade do mesmo. Em breve, mais novidades !!

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É com grata satisfação que anunciamos a publicação do artigo “Recriar-se lúdico no desenvolvimento de jogos na saúde: refências teórico-metodológicas à produção de subjetividades críticas”, que discute os aspectos teóricos e metodológicos na produção de tecnologias lúdico-educativas. A publicação é fruto da nossa experiência em pesquisas desenvolvidas ao longo dos últimos sete anos, as quais resultaram na validação dos três jogos do Recriar-se (Banfisa, (IN)DICA_SUS e Violetas) e subsidia a metodologia do Vidas Violetas, nossa atual pesquisa.

O artigo se contrapõe às abordagens positivistas dos ‘serius games‘, da engenharia de software e da psicologia cognitiva, por meio da centralidade do lúdico na produção de subjetividades críticas e inventivas nas/os jogadoras/es. Acreditamos em perspectivas teóricas que recuperam o sentido da experiencia, da estética e da política para a abundância de vida. Confira o artigo na integra, aqui.

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Chegamos ao número 40 do nosso Didático-para-Recriar-se (DPR40), uma série que produz e divulga experiências de ensino, pesquisa e educação voltada para a reflexão reinventiva de subjetividades críticas na saúde. O filme ‘O Reencontro’ (Direção: Martin Provost, França, 2017) é uma deliciosa comédia dramática em que o talento de Catherine Deneuve e Catherine Frot nos faz mergulhar nos sentidos éticos de uma vida que mereça ser vivida, a despeito de suas dores e sofrimentos. Na sinopse, Claire (Catherine Frot) exerce sua profissão de parteira com muita paixão. Ela é conhecida por ser uma mulher séria e prudente, porém solitária. Sua vida se transforma com a aparição inesperada de Béatrice (Catherine Deneuve), uma antiga amante de seu pai, em busca de ajuda para problemas pessoais. Claire hesita em ajudá-la a princípio, mas logo apoia a mulher extravagante, e descobre um modo de vida muito diferente do seu.

Como adotar ?

Indicamos o filme para as discussões sobre o processo de trabalho em saúde e enfermagem, em especial nos tempos de tecnificação excessiva do modelo biomédico. Discussões sobre o conceito de saúde, cuidado e a dimensão do feminino nas formas de realização humana igualmente podem render bons debates no filme, em diversos cenários de aprendizagem.

Preste atenção

No sentido do ‘reencontro’ para as duas mulheres e, em especial,  nas transformações que a competente enfermeira ‘Claire’ sofre com essa inesperada visita de Béatrice. A rigidez da profissão da enfermagem pode encontrar nesse filme um bom debate para os valores que estão em jogo na nossa prática profissional.

Qual o descaminho ?

O filme problematiza e motiva reflexões sobre o sentido de viver uma boa vida no contexto frenético que a vida moderna nos imprime. O ‘tempo’ para simplesmente ‘ser’ é outra desconstrução possível a se discutir, assim os sentidos do cuidado para a saúde e para a vida humana.

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Neste Didáticos-para-Recriar-se 39 (DPR39), propomos a solução de um enigma que requer bons olhos e ouvidos dos participantes. É que por detrás de um problema clássico de lógica  do livro ‘O Enigma de Einstein‘, de Jeromy Stamgrom, escondem-se estereótipos de gênero tradicionais e conservadores que reproduzem a violência simbólica contra a mulher. Seguindo a nossa classificação do DPR, a seguir falaremos sobre ‘o que é’, ‘como adotar’, ‘preste atenção’, ‘qual o descaminho’ e ‘ o que já se disse’ desta técnica.

O que é ?

O velho tabu acerca da mulher que precisa ‘agradar seu príncipe‘, ou a própria estória da ‘Bela Adormecida’ à espera de um salvador do sono eterno, pode ser ricamente discutido por meio dessa técnica simples, seja em sala de aula ou demais espaços de reflexão crítica. Trata-se de um enigma de lógica como qualquer outro, ambientado numa versão moderna do conto ‘A Bela Adormecida’, em que se exercita o poder dos olhos e ouvidos para captar o que se esconde por detrás de formalizações lógica vazia de conteúdo.

Como adotar ?

O problema de lógica deve ser colocado em primeiro plano como qualquer outro, com certo esforço da/do docente em priorizar, num primeiro momento, a resolução do mesmo. Em geral, a turma se vê seduzida pela curiosidade do problema e passa a resolvê-lo sem mais delongas. O facilitador deixa a turma se envolver na resolução do problema. Quando finalmente chegam ou não a uma solução, recomenda-se que se dê um passo atrás para discutir o que se esconde por detrás de um trivial problema ou exercício em sala de aula, em geral proposto por outro, que não elas/es próprios. Quantos desses não resolvemos em sala de aula sem nos darmos conta dos estereótipos que eles reproduzem e naturalizam-se em nossas consciências ? Essas e outras questões questões de gênero podem ser amplamente discutidas após a turma se dar conta que o verdadeiro ‘problema’ é o que a linguagem lógico-matemática esconde, ou seja, o seu conteúdo esvaziado de crítica. Confira a técnica, aqui

Preste Atenção

Para a técnica funcionar, recomenda-se que a/o docente assuma inicialmente o protagonismo da proposição, voltando a atenção da turma para o problema e não para o contexto em que ela se insere. Em todo caso, se a turma já tiver um percurso nas discussões de gênero e perceber antecipadamente a ‘Bela Adomecida’, pode-se discutir o velamento dos estereótipos sem a resolução do problema de lógica (que aqui será sempre secundário ou desnecessário). Na nossa experiência com estudantes de graduação da área da saúde, acostumados a linguagem técnica-científica destituída de subjetividades críticas, a tendência é que todas/os adiram à resolução do problema rapidamente. No segundo momento, quando voltamos ao que a técnica esconde, ou seja, os estereótipos de gênero da adaptação do conto, as discussões se mostram permeadas de grande surpresa e perplexidade a ser explorada.

Qual o descaminho ?

A desconstrução do discurso ‘técnico-científico’, amparado na neutralidade axiológica da ciência ainda preponderante na formação em saúde, é o grande descaminho crítico a ser provocado pela técnica.

O que já se disse ?

As/os estudantes se descobrem envoltos em discursos  que subliminarmente naturalizam a opressão sobre as mulheres, essa é a riqueza da técnica. As avaliações em sala de aula demonstraram que ela pode aguçar melhor ‘os olhos e os ouvidos‘ para os problemas mais significativos que se escondem por detrás das formalizações lógicas.

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A filósofa Judith Butler é uma das referencias mundiais na epistemologia feminista, com vasta produção sobre outros temas das ciências humanas e sociais.  Diante das lamentáveis agressões que ela sofreu na sua passagem recente pelo Brasil, o Recriar-se reafirma sua posição no enfrentamento das violências que põem em risco a democracia e a cidadania das mulheres. Nada melhor do que a Butler, para dizer porque precisamos milhões de vezes e sempre mais falar sobre as questões de gênero. Apoiamos essa ideia.

 

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Segunda turma da disciplina ”vivencias IV’, exibe com orgulho as suas produções’

Em continuidade aos preparativos para a ‘Mostra: O que Stela e Saramago diriam à prática social da enfermagem ? Zines na formação crítica e política das/os profissionais de saúde’, a segunda turma da disciplina vivencias IV, do curso de enfermagem da UnB, produziu e discutiu seus Zines individuais, em que expressaram suas ‘ilhas desconhecidas’ nas práticas da saúde. Da mesma forma que a primeira turma, as discussões foram marcadas pela sensibilidade, pela emoção e pela reflexão das/os estudantes, motivadas pelas ricas experiências singulares, traduzidas em diversos formatos de papéis, colagens, desenhos e textos.  Em breve, disponibilizaremos todas as produções do grupo, neste Blog.

Estudantes de enfermagem terão ‘webconferência’ sobre a produção dos Zines 

A artista plástica e mestre em comunicação social Fernanda Meireles nos auxiliará a navegar pelas ‘ilhas desconhecidas’ dos Zines

Como etapa preparatória para a produção dos Zines coletivos que serão apresentados na mostra, dia 27/11, a turma contará com uma webconferência da artista plástica licenciada em letras, especialista em arteterapia, mestre em comunicação social e mediadora de oficinas de Zines, Fernanda Meireles, no próximo dia 20/11.

Desde já, agradecemos à disponibilidade e atenção da Fernanda, que muito contribuirá para o sucesso da nossa mostra !

Para mais informações sobre a mostra de zines, clique aqui.

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