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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Uma vez desenvolvido e realizada a validação da ludicidade jogo Violetas: Cinema&Ação no enfrentamento da violência contra a mulher, as atuais pesquisas realizadas pelo Nesprom/UnB e por instituições parceiras, como a Escola de Enfermagem da USP, voltam-se para as avaliações de sua aplicabilidade e do potencial em promover reflexões críticas nas/os jogadoras/es.

Desde o lançamento em 2016, o Violetas ambienta ludicamente as discussões de graduandos e profissionais das políticas para as mulheres acerca do enfrentamento da violência em diversos cenários de ensino-aprendizagem, tais como oficinas, disciplinas, projetos de extensões, de pesquisas, eventos isolados em congressos e outras iniciativas. Além disso, o jogo subsidia a primeira etapa da pesquisa de concepção do jogo Vidas Violetas: um jogo em que as mulheres dão as cartas, que será voltado para a desconstrução dos estereótipos de gênero, que conta com financiamento da Fap-DF (Edital 03/2017).

Confiram algumas implantações do Jogo Violetas:

Tese de doutorado da USP sobre o Violetas é destaque nos meios de comunicação (Clique na figura para saber mais)

Investigações de pesquisadoras do Nesprom/Ceam/UnB diversificam a potencialidade do jogo Violetas (clique para saber mais)

Coletivos de mulheres do DF discutem questões provocadas pelo jogo

Violetas ambientará primeira fase do projeto de pesquisa do próximo jogo, o Vidas Violetas: um jogo em que as mulheres dão as cartas ! (clique para saber mais)

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Disponibilizamos aqui o formulário de atendimento à/ao paciente, sua família e à/ao cuidadora/r na Rede de Atenção Domiciliar, em sua versão impressa, cujos itens perfazem o prontuário eletrônico do GESCAD 2.0.

Atualmente estamos em fase de implantação deste Registro Eletrônico de Saúde no âmbito do Paranoá-DF, por meio de visitas domiciliares das/os estudantes de enfermagem para registro e classificação das situações de atenção domiciliar no território das ESF. O GESCAD 2.0 é um software on line que pode ser acessado diretamente pelas/os profissionais por smartphone ou tablet durante as visitas domiciliares, o que facilita a gestão e a continuidade do cuidado na rede de atenção domiciliar do SUS. Para saber mais sobre o GESCAD 2.0, clique aqui

Para baixar o formulário de atendimento para uso de graduandos e profissionais de saúde, clique aqui ou  abaixo:

 

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Aconteceu nos últimos dias 20 e 21 de março, sob coordenação da Profa. Andrea Gonçalves (Nesprom e atual diretora da revista Gestão&Saúde), o 1º Congresso Internacional sobre Gestão Pública e Saúde – I CIGEPS 2018, no Campus Darcy Ribeiro, na Universidade de Brasilia/Brasil, com financiamento da Fap-DF.

Clique aqui e confira as fotos do evento !

Nas notas de agradecimentos e informativos repassadas aos e-mails das(os) participantes, o retrato do sucesso desta ousada inciativa:

Neste evento,  conseguimos: 1-promover discussões de alto nível com 18 palestrantes, entre eles, pesquisadores de universidades brasileiras,  universidades inglesas,  universidades portuguesas e técnicos de alto nível do Chile e Brasil; 2-promover o intercâmbio de experiências em 3 workshops de relevância, que com o uso de aperfeiçoadas técnicas  certamente poderão contribuir para melhorar a qualidade dos nossos projetos de pesquisa; 3-discutir  com 3 especialistas, as boas práticas em pesquisa e técnicas no campo da gestão pública e saúde; 4-assistir , discutir e contribuir na apresentação de 32 trabalhos acadêmicos, resultados de pesquisa ou relatos de experiências, que têm o potencial para se tornarem artigos científicos no campo da gestão pública e saúde; 5-que o site do nosso CIGEPS2018, mesmo com limitações para divulgação, tivemos mais de 700 pessoas inscritas

Enfim, foram 06 meses de árduo trabalho em equipe, e em nome da Comissão Organizadora, agradecemos sinceramente a sua disponibilidade, sua colaboração e principalmente a sua parceria. Esperamos contar com sua parceria em 2020, no II CIGEPS 2020, em Lisboa !

Comissão Organizadora do I CIGEPS: Dra. Andréa de Oliveira Gonçalves; Dr. João Abreu de Faria Bilhim; Dr. André Nunes; Dra. Maria Júlia Pantoja; Dr. Rodrigo de Souza Gonçalves.

Parabenizamos a equipe pelo brilhante trabalho ! Que venha 2020 !

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20 e 21 de março, Fiocruz, Brasília

Acontecerá na Fiocruz, em Brasília, o I Congresso Internacional sobre Gestão Pública e Saúde, I CIGEPS, uma realização do NESPROM e da Revista Gestão & Saúde, da Universidade de Brasília. O propósito é ampliar o diálogo temático entre as áreas de produção científica da gestão e da saúde, no âmbito da formulação e implantação de políticas públicas de saúde. Participe, divulgue e acesse o site oficial do evento, aqui.

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As primeiras publicações sobre a concepção teórica do jogo Violetas: cinema&ação no enfrentamento da violência contra a mulher já estão disponíveis ! Acesse a nossa área de produções científicas, na aba acima e aqui, para ter acesso aos três artigos científicos até agora produzidos.

O Violetas ambienta de forma lúdica as reflexões sobre a violência contra a mulher a partir de quatro concepções teóricas que originaram o jogo: subjetividade, gênero, poder e cidadania. O mais recente artigo foi publicado recentemente nos anais eletrônicos do 11 Seminário Internacional do Fazendo Gênero, em que abordamos o conceito de subjetividade, de Judith Butler, a partir do qual analisamos os agenciamentos de gênero e cidadania produzidos nas/os jogadoras/es, durante as partidas.

Estamos em fase de finalização para o envio das demais produções do Violetas aos periódicos científicos, referente à avaliação da jogabilidade e a validação da ludicidade do mesmo. Em breve, mais novidades !!

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É com grata satisfação que anunciamos a publicação do artigo “Recriar-se lúdico no desenvolvimento de jogos na saúde: refências teórico-metodológicas à produção de subjetividades críticas”, que discute os aspectos teóricos e metodológicos na produção de tecnologias lúdico-educativas. A publicação é fruto da nossa experiência em pesquisas desenvolvidas ao longo dos últimos sete anos, as quais resultaram na validação dos três jogos do Recriar-se (Banfisa, (IN)DICA_SUS e Violetas) e subsidia a metodologia do Vidas Violetas, nossa atual pesquisa.

O artigo se contrapõe às abordagens positivistas dos ‘serius games‘, da engenharia de software e da psicologia cognitiva, por meio da centralidade do lúdico na produção de subjetividades críticas e inventivas nas/os jogadoras/es. Acreditamos em perspectivas teóricas que recuperam o sentido da experiencia, da estética e da política para a abundância de vida. Confira o artigo na integra, aqui.

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